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Fase de adaptação

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Fase de adaptação

Quando o stress surge repetidas vezes durante um período longo sem que haja resolução, chega-se a uma segunda fase do stress a fase de adaptação. Muitas das mudanças que ocorrem na fase aguda de -combate ou fuga tornam-se crónicas acontecem sucessivamente de tal modo que agem mais contra do que a favor de si.

A permanência dos vasos sanguíneos contraídos e da pressão sanguínea elevada pode conduzir à hipertensão permanente; os problemas circulatórios do coração podem começar a surgir. Como o aparelho digestivo funciona lentamente ou chega mesmo a parar quando o stress aumenta, há a tendência, na fase crónica ou de adaptação, para se formarem, por exemplo úlceras do estômago ou duodenais colites, diarreia ou obstipação. As tensões musculares crónicas podem dar origem a um sem-número de estados dolorosos e de dores, bem como a violentas dores de cabeça. Os estímulos de Stress permanentes ou repetitivos enfraquecem a acção dos mecanismos de defesa do organismo, aumentando a probabilidade de aparecer mais sintomas de infecção ou de alergia. Aumenta também a propensão para sintomas nervosos, como fobias. Na fase de adaptação há um contraste dramático entre o que o indivíduo pretende alcançar e o que o sistema, agora a funcionar mal. Consegue atingir. Há um nível geral de «sub-rendimento» que pode sem dúvida, conduzir a sentimentos de culpa, de auto desconfiança e de insegurança. O rendimento profissional baixa, a libido muitas vezes desaparece e as relações pessoais são forçadas. Este conjunto de ocorrências agrava o stress numa altura em que a pessoa se encontra diminuída para o combater.

Até onde esta fase pode ir sem colapsos físicos ou mentais de maior proporção, depende de factores de constituição hereditários, de hábitos alutares básicos como regime alimentar, e exercício físico, do grau de apoio emocional que a família e os amigos proporcionam. A fase de adaptação pode durar 19, 15 ou 20 anos, ou pode ser breve.

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