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Açucar

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Açucar

Há dois tipos de açúcar. O mais simples, o dos monossacarídeos, inclui a glucose (também chamada dextrose) e a frutose. Os dissacarídeos são estruturalmente mais complicados, e a sacarose, o açúcar mais utilizado, pertence a esta categoria. Do ponto de vista nutritivo, qualquer dos tipos é bom ou mau. Para o corpo, açúcar é açúcar, quer seja castanho, branco, em pó, granulado, ou em cubos, e quer se apresente em xarope, vinho doce ou bananas. Seja qual for a forma inicial, será decomposto dentro do corpo e utilizado como fonte de energia ou armazenado como gordura. Podemos conservar-nos perfeitamente saudáveis se nunca ingerirmos açúcar algum. Ele fornece calorias, mas não fornece qualquer nutriente, e o corpo pode utilizar o amido precisamente do mesmo modo que o açúcar. Mas provavelmente porque as pessoas gostam da comida doce nos últimos 100 anos o consumo de açúcar subiu fortemente, enquanto o do amido baixou.

O corpo leva mais tempo a decompor uma estrutura complexa como o amido em glucose do que uma relativamente simples, como o açúcar. Deve ser esse o motivo que apoia a crença geral que ingerir uma bebida doce ou uma colher de chá de açúcar põe uma pessoa de pé imediatamente, desaparecendo o efeito dentro de algumas horas com uma sensação de depressão e irritação. Na realidade, o corpo é muito eficiente na conservação de um nível constante de açúcar no sangue, pelo que ingerir açúcar não deverá, normalmente, ter grande impacte psicológico. As mudanças de disposição desse género são mais susceptíveis de ser causadas pelo facto de a fome tornar a pessoa irritável. A irritação desaparece quando a fome é temporariamente banida pela ingestão do açúcar, mas reaparece logo que a fome regressa (ou seja, logo que o fígado removeu o açúcar do sangue). Uma sanduíche ou uma refeição, pelo contrário, deixa uma reserva de alimento no estômago para ser gradualmente absorvida.

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