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O que fazer

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O que fazer

• Quando comemos alimentos conservados não podemos controlar a nossa alimentação. A menos que se leia atentamente os rótulos das embalagens, não se pode perceber o que se está a comprar. Quanto mais alimentos conservados ingerimos, mais convém que nos preocupemos com isso.
• Ler a lista dos ingredientes indicados nos rótulos, que se encontram por ordem decrescente de peso, pelo que os primeiros são os mais importantes. Atenção à posição do açúcar e das gorduras na lista.
• Comparar as diferentes marcas quanto aos seus ingredientes e ao número de aditivos  que contêm. Escolher aqueles cujos ingredientes se aproximam mais dos que utilizamos.
• Comprar marcas que forneçam informações acerca do conteúdo nutritivo dos alimentos  calorias, proteínas, gorduras e hidratos de carbono. Melhor ainda, escolher aquelas que decompõem mais ainda essas categorias e mencionam o açúcar e o amido, ou as gorduras saturadas e poli-insaturadas, separadamente. Na maior parte dos países, incluindo a Inglaterra, os rótulos não são eficazmente informativos, sob o ponto de vista nutritivo, mas alguns fabricantes começam a modificá-los.
• Não se deixar enganar por produtos que indicam «gorduras não lácticas» entre os seus ingredientes (os gelados, substitutos das natas e de leite em pó são os alimentos a observar). Mesmo os óleos vegetais podem ficar saturados após a conservação, e se desejar comprar um produto com elevado teor de poli-insaturados, procure uma etiqueta que diga exactamente isso. «Não contém colesterol» também é um indicativo enganador: os alimentos que não contêm colesterol podem fazê-lo aumentar no sangue por conterem gorduras saturadas.
• Evitar os alimentos que indiquem consistir em «produtos de carne», porque geralmente contêm pouca, mas uma grande quantidade de gordura (além de farinha e outros ingredientes).

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